iluminatismo


07/08/2009


Quando estiver em dificuldades (quase sempre)...

Quando estiver em dificuldade
E pensar em desistir,
Lembre-se dos obstáculos
Que já superou.
OLHE PARA TRÁS.

Se tropeçar e cair,
levante,
Não fique prostrado,
Esqueça o passado.
OLHE PARA FRENTE.

Ao sentir-se orgulhoso,
Por alguma realização pessoal,
Sonde suas motivações.
OLHE PARA DENTRO.

Antes que o egoísmo o domine,
Enquanto seu coração é sensível,
Socorra aos que o cercam.
OLHE PARA OS LADOS.

Na escalada rumo às altas posições
No afã de concretizar seus sonhos,
Observe se não está pisando EM ALGUEM
OLHE PARA BAIXO.

Em todos os momentos da vida,
Seja qual for sua atividade,
Busque a aprovação de Deus!
OLHE PARA CIMA.

"Nunca se afaste de seus sonhos,
pois se eles se forem,
você continuara vivendo,
mas terá deixado de existir".

Autor: Charles Chaplin

Escrito por Luiz a Costa às 01h58
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30/06/2009


Olhe e ... sinta!

Convido vocês a OLHAREM as imagens e depois, postar o que sentiram.

Escrito por Luiz a Costa às 14h00
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17/06/2009


Descaso

Observação: O texto abaixo é de autoria do professor Cristiano Mignanelli.

 

É minha primeira postagem neste blog, sendo assim, vou pegar leve nesta que pode ser apelidada de “aurora” e que, por isso mesmo, precisa ser suavizada. J

 

Antes de qualquer coisa e, exclusivamente, sobre tudo quero falar sobre o Descaso.

 

Este substantivo que significa: desdém, desprezo, impolidez, inadvertência, desatenção, irreflexão e etc. Tantos são os sinônimos que podemos empregar neste termo, tantos mais são as ocorrências (fatos) que ele se aplica. O Descaso reina, é regente absoluto nestes anos de “individualismo canibal”.

 

O reinado do Descaso tem uma hierarquia por grau de intensidade que começa a partir dos governantes dos Estados até chegar a coisa mais intima que temos, a vida.

            Aqui no Brasil se tem os maiores salários para políticos no mundo, não é o maior, mas um dos, e mesmo assim nota-se, sem muito esforço, o quanto de Descaso é gerado neste meio. Nossos, bem pagos, políticos estão fedendo para a população, o Descaso se faz tão presente neles, que até nos perguntamos se o Descaso provem destes malditos políticos. Mas não podemos em absoluto culpa-los, o Descaso que de lá vem é fruto a partir do Descaso que a população teve por não dar importância alguma para a política, assim sendo, para os pretendentes a cargos públicos.

            Vê-se que o Descaso que se tem na política é filho do Descaso da população, é claro que um não gera o outro necessariamente, mas contribui e, além disso, serve para calar a boca dos mais acalorados que criticam a política atual sendo que nas últimas eleições desligavam os rádios ou os televisores para não assistir o horário político e nem mesmo tiveram a curiosidade de saber sobre os projetos dos candidatos e suas condutas, estes fodem com a política.

 

            É verdade que não existe um humano que não tenha Descaso por algo ou por alguém, é natural sucumbir aos seus encantos perversos, por certo que juntamente ao uso natural que se faz dele predomine, sobretudo, o discernimento.

           

            Até mesmo o próprio Descaso sofre com seus efeitos, pois não deixa de ser um Descaso não refletir sobre o uso que fazemos do Descaso.

           

            Há o Descaso de Pais, de filhos, Descaso no país, ambiental, social, sexual, no marginal, de casal... Descaso não está no acaso, tem causa e fundamento.

           

            O Descaso reina na educação, por via dos professores e estudantes. Os professores desprezam o aperfeiçoamento, por outro lado, os estudantes desprezam os conteúdos da escola, é um Descaso Geral! Um Descaso leva ao outro, pois os estudantes desprezando os conteúdos e, assim, desprezando as aulas, os professores não se preocupam em aperfeiçoar os conteúdos por estes serem desprezados em aula, e, portanto, gerando o Descaso dos professores com a causa da emancipação intelectual e social dos estudantes. Mas o Descaso dos Estudantes com os estudos deve ter sido gerado pelo Descaso do Estado para com a educação, habitação, trabalho, saúde, segurança e dignidade para a população, que, por sua vez, gera o Descaso dos pais para com a administração e análise da vida estudantil dos filhos.

           

            As empresas multinacionais e afins não deixam de ser influenciadas pelo Descaso.  Elas estão mais interessadas em adquirir lucros do que proporcionar benefícios para a vida dos trabalhadores e do meio-ambiente... Estas ignoram as necessidades alheias e isso para tornar o Descaso absoluto, ainda mais este que implica, justamente, na vida do outros.

 

            Amizades e amores não escapam deste reinado.

 O Descaso dentro das amizades esta implícito, os amigos, por mais que se esforcem, deixam os fundamentos de uma amizade escorregar por entre os dedos. Firmando uma confusão entre se saber quem é amigo e gerando um Descaso com o significado de amizade.

Assim como é o Descaso na amizade o é, também, no amor. São poucos os que se colocam a pensar ou falar sobre, o conceito de amor é vulgaridade, é a mais perfeita evidência do Descaso para com ele.

 

Temos, no geral, o Descaso com o outro. Pouco nos importamos com os outros. Temos o Descaso a respeito da dor dos outros; “Antes eles do que eu” já dizia a muito.

 

Descaso com a vida dos animais: matamos e comemos. Descaso com o meio-ambiente, se não vemos acontecer não nos importamos (se é que vendo alguém se importa).

 

Por último, e não menos importante, o Descaso com a própria vida, pois não refletimos sobre nos vícios e são eles que, de certa forma, nos cria hábitos errôneos e prejudiciais. Quem não reflete sobre sua própria existência, se torna alheio de si mesmo, e servo da vida dos outros, aumentando cada vez mais o Descaso com sua própria vida e se projetando na sorte de outrem. Este faz, porque querem que ele faça, este come o que os outros come, este lê o que os outros lêem, este compra o que os outros compram, este assisti o que os outros assistem, este é o que os outros querem que ele seja; ele não é ele, não conhece nem o Descaso que tem de si. É a própria negação da vida em prol da vida dos outros. Descaso maior não existe!

 

Por Cristiano Mignanelli

 

 

           

             

                                                          

           

 

 

           

 

           

 

 

  

 

 

 

 

Escrito por Luiz a Costa às 17h39
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14/06/2009


“Beati pauperes spiritu”

 

“Bem-aventurados os pobres de espírito.”

 

Porque é deles o reino da alienação e da acomodação intelectual.

 

Será que estou sendo muito critico? – Até mesmo para os meus padrões de critica social???

 

Bom, vejamos os fatos e analisemos juntos.

 

As recentes noticias do desastre do vôo 477 da Air France me parecem ser apenas chamativos marrons de uma (global) mídia apelativa preocupada apenas com chamadas de efeito e manipulação sentimentalista.

 

Por que?

 

Simples, sendo curto e grosso,as informações sobre os corpos só dizem respeito aos familiares das vitimas, todo o resto não passa de uma forma barata de chamar a atenção. Sei que é duro ver um acidente com tantas vitimas, mas isso tem limite, para todos os outros que tem que “sobreviver” a cada novo dia com seus próprios problemas e fatores emocionais constantes isso deveria ser uma fatalidade, mas passageira.

 

Quantos não tem o que por no prato no dia de hoje?

 

Quantos não estão em camas esperando um milagre?

 

Quantos não tem sequer a chance de uma opção?

 

Vejo tentativas inúteis de mobilizar milhares de pessoas em prol de uma corrente de oração pelos que se foram.

 

E os que ainda estão entre nós e que precisam muito mais dessas preces?

 

Eu também me compadeci com as mortes, isso doe em qualquer coração de concreto mas... por pouco tempo, temos inevitavelmente que voltar á realidade pessoal que temos, e que em nada condiz com a realidade daqueles que se foram, salvo talvez as dos parentes das vitimas.

 

Desculpem a critica, mas como todos sabem, odeio conceitos de manipulação e sublimação da verdade.

 

Que Deus acolha aqueles que se foram...

 

E forneça (por favor) bom senso aqueles que aqui permaneceram!

Escrito por Luiz a Costa às 12h28
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11/05/2009


Lutemos!

Por que devemos sofrer se o sofrimento às vezes é abstrato e injusto?

Por que a desconcertante certeza de que tudo e todos ao nosso redor estão contra nós?

 

Ao olhar para cima, vemos um infinito caminho sem indicações ou estradas seguras e objetivas.

Ao olhar para baixo, vemos um abismo doloroso e quase intimo nos chamando á dor.

Ora; quem sou eu, quem somos nós...

 

Míseros fantoches nas mãos de um destino que nem ao menos cremos existir?

Carrascos cegos que no fim também serão mandados á masmorras?

 

NÃO!

 

Sem duvida que não.

Não sabemos a resposta, mas ela existe, e devemos alcançá-la. Somos dignos sim de paz e todos os espólios referentes á esse bom combate.

 

Busquemos o equilíbrio e a vitória pertencente aos bons guerreiros pré-valhala, aqueles que não desistiram perante o hades inevitável.

 

Provemos nossa força ao inimigo adiante.

 

"Lutei o bom combate. Perdi a batalha. Mantive a fé"
         2ª epístola de Paulo Timóteo (cap. 4, vers. 7)

 

Escrito por Luiz a Costa às 20h06
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31/03/2009


Mesmo de Graça... Ninguém QUER!

Recebi um e-mail de uma ex-aluna com uma critica interessante, ela dizia (e pedia para divulgar) o acervo ENORME da biblioteca digital DOMINIO PUBLICO do GOVERNO FEDERAL.

 

O ministério da educação disponibiliza acervos de imagem, som, texto e vídeo dos mais variados temas e abordagens sociais e culturais, tudo isso de graça.

...

Ok, ok, ae vocês se perguntam – “Tá, e daí, cadê a critica constante deste espaço?”

...

A critica esta aqui... Esse acervo está prestes a ser DE – SA – TI – VA – DO!!!

 

Show não?

 

Tudo isso por falta de acessos, mas que zica velha hem!

 

Uma porcaria dum país que só reclama de não ter OPORTUNIDADES (coitadinhos dos brasileirinhos descerebrados) não sabe que é cego de escolha! E o pior, eu tenho certeza que tem muita gente por ae reclamando que não tem como estudar porque não tem como ler livros ou material para pesquisas...!

 

E não venham me dizer que não se pode reclamar porque o acesso é digital, logo o acesso digital é caro, logo o acesso digital é para poucos... Certo?

 

ERRADO!

 

É só passar perto de uma LAN HOUSE e ver o quão estão lotadas.

 

Ainda assim os incrédulos vão dizer: “Mas Lan House é paga.”.

 

Ta bom, e os acessos gratuitos disponibilizados pela prefeitura de São Paulo? É difícil, é, mas não é impossível.

 

Então pronto... Se vira BRASILZÃO!

 

Obs.: segue o endereço.

 

http://www.dominiopublico.gov.br/

 

Acoooooorda POVO!

 

 

Escrito por Luiz a Costa às 20h32
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16/03/2009


Eu VI!!!

Eu assisti á adaptação dos quadrinhos WATCHMEN... Muito bom! Gostei.

Claro que como sempre o filme ficou um pouco aquém do original dos quadrinhos, mas ver personagens de 2 DIMENÇÕES que marcaram época tornaren-se de carne e osso é gratificante.

Mas tomem cuidado, assim como no gibi, a trama é complexa, carregada no enfoque moral (ou imoral) dos personagens e com detalhes sutis durante o filme que mascaram a verdade final.

Eu recomendo!

...

Mas mudando de assunto, que tal dar umas boas gargalhadas com um momento de desespero escatológico?

Acessem http://www.youtube.com/watch?v=rfnv-j0tvSE

Mas cuidado é nojento!

Escrito por Luiz a Costa às 16h20
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07/03/2009


Watchmen - ASSISTAM!!!

Watchmen - O Filme

A adaptação infilmável foi, enfim, filmada

05/03/2009

Alardeada como uma das maiores histórias em quadrinhos já criadas, Watchmen tem como ponto central a iminência de uma guerra nuclear em larga escala entre os Estados Unidos e a União Soviética. Uma obra dessa magnitude tem fãs ardorosos - entre os quais me incluo - e esses viveram sua própria crise atômica com a ameaça de uma adaptação ruim para o cinema da obra. Durante mais de vinte anos a ideia de um filme de Watchmen pairou como um Enola Gay conceitual sobre o universo nerd.

Nesse período, produtores quiseram adequar as ideias da graphic novel a fórmulas de fácil apelo junto ao público. Felizmente, não conseguiram e o projeto acabou de volta à Warner Bros., onde, enfim, foi tratado com a fidelidade que seus admiradores exigiam por Zack Snyder, que já havia convencido em duas ocasiões como porta-voz do trabalho alheio: em Madrugada dos Mortos e 300.

O cineasta fez o que muitos consideravam impossível - não apenas transformou a brilhante história de Alan Moore e os traços clássicos de Dave Gibbons em um filme, mas manteve intactas suas ideias. Watchmen, afinal, é muito mais do que um gibi de super-heróis, é um universo de discussões sociais, morais, artísticas, bélicas, governamentais... humanas. A cada passo do projeto Snyder jamais esqueceu disso e aos poucos convenceu todos ao seu redor da importância desses temas para o universo que aquelas estranhas pessoas de colante (ou sem) habitam. É o tipo de filme que não se compromete filosoficamente, ainda que realizado dentro de um grande estúdio, como se fazia na década de 1970. Algo que se não existisse seria impossível conceber no cinemão comercial de hoje em que filmes que ousam um pouco mais têm suas páginas deixadas no chão das salas de roteiristas especializados em "polir" textos..

Mais do que coragem, Snyder e os roteiristas David Hayter e Alex Tse têm uma crença inabalável na audiência. Têm fé que ela acompanhará a intricada história que condensa e alterna passado e presente, bombardeando o público com informações, sub-tramas, origens e imagens que só farão sentido total no último frame. O filme ousa ao ser assim e aposta altíssimo ao exigir nível de quem está do outro lado da tela. Entre no cinema com a inercial atitude passiva das projeções de fim de semana e você corre o risco de sair antes do final do primeiro ato.

Um novo cult

Como a própria graphic novel, Watchmen - O Filme não é uma experiência para ser digerida de uma única vez. É o tipo de obra que exige amadurecimento e análise. Correndo o risco de parecer um vidente charlatão, acredito que estamos diante do Blade Runner de nosso tempo, um filme que será duramente criticado enquanto durar nas telas, mas que será reverenciado futuramente, quando a poeira assentar e o processamento das ideias ali contidas for esmiuçado em livros e artigos.

Diferente da iluminada reinterpretação de Ridley Scott para o fraco romance de Philip K. Dick, porém, o filme de Watchmen é absurdamente fiel à obra original, ainda que tenha suas próprias e inspiradas alterações. São atalhos criados para eliminar algumas tramas paralelas e dar mais relevância a determinados personagens, tudo perfeitamente integrado à história geral. Também o final tem um novo gatilho, mas mantém sua integridade ideológica. Perdem-se alguns belos detalhes (que espero que sejam inseridos na versão do diretor, que terá uma hora a mais de duração), mas o resultado é perfeitamente amarrado.

Visualmente, a Sétima arte também imita a Nona. Snyder recria cenários e figurinos com fidelidade quase obsessiva. Certos elementos, como o Dr. Manhattan, tornam-se ainda mais impactantes e belos. Enquanto o humano tornado deus nas histórias em quadrinhos é um Homem Vitruviano azul, no cinema ele é um universo à parte. Sob a superfície de sua pele giram galáxias, ainda que o reconhecimento de movimentos empregado na criação da entidade mantenha cada nuance do rosto de Billy Crudup. A produção é riquíssima mas jamais perde o foco, sobrepondo-se à história. Narrativa e visual andam juntas, como deveria ser, e no fogo cruzado há um excelente elenco de atores e atrizes que desaparecem em seus personagens, como Jackie Earle Haley (o enigmático Rorschach), Patrick Wilson (o herói em crise de meia-idade Coruja), Jeffrey Dean Morgan (o amoral Comediante), Malin Akerman (a sexy Espectral), Matthew Goode (o metódico e fashion Ozymandias) e Carla Gugino (a primeira Espectral).

Em termos de estilo, Snyder não exagera. Suas marcas como cineasta - a câmera lenta que acelera subitamente, por exemplo - ficam restritas às parcas cenas de ação. O diretor, afinal, não adicionou nenhum momento mais empolgante que não existisse previamente na graphic novel. Mas também não perdeu a oportunidade de torná-los mais violentos e intensos. Afinal, quando a HQ saiu, em meados de 1980, os atos cometidos pelos heróis chocavam. Hoje em dia, quando temos Wolverine matando centenas nas telonas, Jack Bauer torturando em nome da segurança nacional ou mesmo o outrora divertido James Bond assassinando oponentes com as mãos nuas, o exagero era necessário - ou o filme não teria o mesmo impacto junto ao público. Pelas mesmas razões - a identificação de referências - aparecem mamilos no uniforme de Ozymandias, por exemplo.

Mas não direi aqui que é um filme irretocável. Apesar das 2h36 minutos de duração, há ausências importantes na versão dos cinemas. Todas as tramas do cidadão comum, como os dois "Bernies", fazem falta. Sem elas há um certo vazio emocional - chega o clímax e a perda é distante. Não há a menininha de vestido vermelho de Spielberg (A Lista de Schindler, lembra?) para que nos relacionemos com a catástrofe. Novamente, isso deve ser melhorado na versão do diretor, mas até lá temos aqui uma falha. Há outras, como a resolução apressada da paternidade de Laurie, mas nada que prejudique o quadro geral e a constatação derradeira: Watchmen agora existe também nos cinemas.

Fonte: http://www.omelete.com.br/cine/100018417.aspx

Escrito por Luiz a Costa às 13h17
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24/02/2009


As dez maiores teorias da conspiração

Para quem ainda não sabe, teoria da conspiração é uma teoria que supõe que um grupo de conspiradores está envolvido num plano e suprimiu a maior parte das provas desse mesmo plano e do seu envolvimento nele. O plano pode ser qualquer coisa, desde a manipulação de governos, economias ou sistemas legais até à ocultação de informações científicas importantes ou assassinato.


1. A chegada à Lua é uma montagem televisiva da NASA.

As versões são quase infinitas. Contam que o escritor de ficção científica Arthur C. Clarke foi o roteirista da história ou que o diretor de cinema Stanley Kubrick dirigiu o filme da alunissagem, rodada em estúdios montados em Londres. No genial documentário francês Operação Lua, o diretor William Karel levanta diversas hipóteses e faz uma mistura de fatos reais e falsos num exercício de estilo que visa desestabilizar a história. Nos anos setenta 30% das pessoas cria nesta teoria. Hoje só 6%.
2. O Governo dos Estados Unidos estava por trás do 11-S.

A teoria diz que foi um auto-atentado do governo de George W Bush, para criar a desculpa de lançar uma guerra contra o terrorismo. O documentário Loose Change, criado por três rapazes entre 22 e 26 anos e com milhões de visualizações na net, converteu-se na máxima expressão desta conspiração orquestada pelas autoridades estadunidenses, que ordenaram dinamitar as Torres Gêmeas. Esta teoria ainda diz que não nenhum avião se espatifou contra o edifício do Pentágono. Foram mísseis amigos.
3. A Princesa Diana foi assassinada.

Também tem variantes. A mais popular é que os serviços secretos britânicos (M16) planejaram o assassinato para impedir uma crise na monarquia, já que Diana planejava se casar com Dodi Alfayed, o filho de um magnata egípcio. Precisamente no site de Alfayed há um capítulo inteiro alentando esta teoria
4. Os judeus controlam Wall Street e Hollywood.

O mundo nas avaras mãos dos judeus, um clássico desde a Idade Média, justificativa das atrocidades nazistas e com atualizações permanentes. A última, que planejaram o ataque às Torres Gêmeas como prova o fato de que nenhum judeu morreu no desastre.
5. A Cientologia domina Hollywood.

Cientologia é uma seita baseada na crença de que uma pessoa é um ser espiritual imortal, dotado de mente e corpo, ambos basicamente bons, que buscam a sobrevivência. A lista de celebridades que abraçaram esta religião, encabeçada pelo ator Tom Cruise, criou o modismo e a teoria.
6. Paul McCartney está morto.

O cantor dos Beatles teria morrido em 1966 quando seu Aston Martin foi arrastado por um caminhão. Devido ao grande sucesso Brian Epstein teria encontrado um dublê para substituir Paul. Você pode ler toda a história, aqui mesmo no MDig no tópico "O grande segredo dos Beatles".
7. A AIDS foi criada pelo homem.

O vírus foi fabricado num laboratório dentro de um plano genocida para exterminar à população homossexual. O Exército norte-americano, a CIA ou cientistas russos teriam ordenado a sua fabricação.
8. O assassinato do presidente dos Estados Unidos John F. Kennedy.

Existem várias teorias sobre o assassinato e a cada dia surge uma nova. Muitas destas teorias propõe uma conspiração na qual envolveria organizações tais como Sistema de Reserva Federal, a CIA, a KGB, a Máafia, etc e etc e...
9. Uma raça de lagartos alienígenas mutantes domina a Terra.

Você já ouviu falar dos reptilianos? São grandes lagartos alienígenas mutantes responsáveis por todos os males da terra. A Família Real britânica ou George W. Bush estão entre eles. Dizem que esta teori surgiu depois da criação e sucesso do seriado V: A Batalha Final.
10. Os iluminatis dominam o mundo.

A seita ocultista fundada pelo jesuita judeu alemão Adam Weishaupt no século XVIII planejou acabar com todas as religiões e todos os governos. Pouco a pouco, os iluminati têm-se infiltrado em todos os âmbitos de poder, em governos, nas lojas maçônicas, e foram protagonistas dos grandes fatos históricos, como a independência dos Estados Unidos ou a criação do comunismo.

 

Fonte: http://www.mdig.com.br/index.php?itemid=2979

Escrito por Luiz a Costa às 17h16
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02/02/2009


Life !!!

“... Do fundo desta noite que persiste.

A me envolver em seu breu, eterno e espesso.

A qualquer Deus, se algum acaso existe,

Por minh’alma insubjugável agradeço.

Nas garras do destino e seus estragos,

Sob os golpes que o acaso atira e acerta.

Nunca me lamentei, e ainda trago minha cabeça,

Embora em sangue, ereta.

Alem deste oceano de lamuria,

Somente o horror das trevas se divisa.

Porem o tempo, a consumir-se em fúria,

Não me amedronta, nem me martiriza.

Por ser estreita a senda, eu não me declino,

Nem por pesada a mão que o mundo espalma.

Eu sou o comandante de minha alma...”

 

Não sei de quem é o poema, mas me fez pensar muito... quam souber o autor eu agradeço a informação.

Escrito por Luiz a Costa às 20h35
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23/01/2009


Campus Party

É... cá estou eu, direto do campus party, muito som, nerds, hackes, crackers e muuuuuuiiiiiiita tecnologia.

Vim dar aulas on-line de ética hacker direto do espaço de inclusão digital.

Bacana, realmente bacana, mas será que toda essa galera sabe quem é? Ou simplesmente estão cada vez mais se tornando seus avatares virtuais com ideologias, conceitos e atitudes diferentes das que estão acostumados no mundo real?

Será que suas vontades e desejos são reais e compativeis com seus atos e ações a curto prazo?

Me pergunto isso enguanto ólho á multidão.

Multidão esta que por mais numerosa que seja, contém individuos solitários.

Só na multidão - virtual ou não - somente... só... isolados até mesmo de si mesmos.

....

 

Escrito por Luiz a Costa às 17h57
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30/12/2008


Símbolos do Cotidiano

 

Pensei nisso assistindo ao filme "O código Da Vinci", durante a cena em que Robert Langdron - interpretado por Tom Hanks - entra num elevador dentro do museu do Louvre e olha para um broxe no paletó do inspetor de policia - interpretado por Jean Reno - e logo o identifica como um membro da ordem da Opus Dei.

 

Assim como Langdron será que não seriamos capazes de prever certas "situações" de nosso meio ao identificar símbolos que podem nos dizer muito sobre as pessoas e seus atos subseqüentes?

 

Falemos da pedofilia... Já é fato que a policia federal e muitos outros órgãos mantenedores das leis (???) conseguem identificar pedófilos por meio de colares, anéis e outros com simbologia que representa seu tipo de interesse por crianças especificas, parece que isso foi criado para que pudessem se identificar sem causar comoção entre as pessoas.

Esse fato importante, pois ao identificar um pedófilo podemos avisar as autoridades e talvez (eu disse talvez, pois depende de que cada um faça a sua parte) possamos tirar uma pessoa com problemas psicológicos das ruas e assim, salvar muitos.

 

Uma tatuagem pode dizer muito sobre as pessoas se prestarmos atenção no desenho usado, poder ser um ex-presidiario, um mafioso da Yakuza (ué, por que não?), uma pessoa apaixonada, um pai ou mãe babão e muito mais.

 

Ao ver uma pessoa agindo como garoto propaganda de seu time favorito pode-se tirar muitas conclusões sobre ele, como por exemplo, seus horários (sabe-se que em dias de jogo ele estará com a cara grudada na TV ou num estádio), tipo de conversa que pode ou não ter com ele e etc.

 

Pra resumir, digo tudo isso, pois creio que nossa sociedade carece de símbolos exemplares para uma futura referencia e atitude.

 

Como assim???

 

Simples... Vejo pais que esquecem que seus filhos serão um reflexo de seus atos e emoções, sem ao menos se preocupar com a educação psicológica e emocional de seus filhos, dando exemplos que podem ser nocivos para o futuro adulto, e isso se percebe por sinais - símbolos- que a criança produz.

Vejo amantes que esquecem que as palavras machucam mais fundo do que qualquer faca ou bala.

Vejo corrupção desmedida e sem objetivo.

Vejo educadores sem a menor preocupação com o futuro individuo social.

Vejo a falta de fé levando pessoas para o lado negro da força.

 

Se nos atermos aos símbolos que o cotidiano nos mostra seriamos sim, capazes de tomar atitudes diferentes e mais corretas.

 

Porem a minha duvida é:

 

Será que já não sabemos identificar esses símbolos, mas nos condicionamos a passividade e a acomodação?

 

Será que simplesmente aceitados ser cordeiros de um pastor sociopata e monstruoso, que quer apenas ver o circo pegar fogo???

 

 

Escrito por Luiz a Costa às 13h54
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11/12/2008


Você ainda ta rindo ....???

Materia da Rolling Stones de Dezembro, leiam e CHOREM!

TÁ RINDO DO QUÊ?

 

Humoristas brasileiros usam a cara-de-pau como arma, satirizam a vida real e se apóiam em fórmulas clássicas que garantem a boa piada. A TV vive um novo escracho, mas continua a reverenciar os grandes mestres


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Os contadores de histórias para rir que nos perdoem, mas a velha fórmula da piada não é mais fundamental para arrancar gargalhadas e atrair a audiência na TV brasileira. Sabe aquela do português, do brasileiro e do argentino? Perdeu a graça. Quem precisa de ficção quando um repórter de língua afiada que soa como um mix de Seu Madruga com Mazzaropi, na presença de outra dezena de jornalistas, diz ao banqueiro Daniel Dantas, envolvido em um escândalo de corrupção, que se ele tivesse dado uma propina no primeiro encontro de ambos não estaria novamente ouvindo aquelas perguntas constrangedoramente indiscretas?

Quem necessita de personagens como o craque de futebol Coalhada, criado pelo genial Chico Anysio, quando uma garota revelada no Big Brother, travestida de repórter e vestida com o mínimo de roupa possível, pergunta diretamente ao craque bom-moço da Seleção Brasileira, Kaká, carola de carteirinha que contou ao mundo que casou virgem (e não estava fazendo piada), se ele está recuperando o tempo perdido com a mulher - e ainda por cima arranca uma sincera e animadíssima resposta positiva?

O homem contemporâneo pensa diferente desde a popularização da internet, a partir dos anos de 1990, e do choque de realidade que a cultura pop levou quando a Endemol criou o Big Brother - a primeira edição foi ao ar em 1999, na Holanda; o reality show chegou aos Estados Unidos em 2000; ao Brasil, em 2002. Agora que qualquer mané pode ser famoso na TV e todo mundo é convidado a interferir e a interagir com a notícia e a indústria do entretenimento pela rede mundial de computadores, a motivação para sorrir e fazer graça também ganhou outros parâmetros. Os norte-americanos falam em novo constrangimento ao rotularem um grupo de humoristas ianques que diverte sem pudor, muito menos intermediários. Mais refinada, a Tina Fey, que imita e superexpõe Sarah Palin na presença da própria ex-vice candidata republicana à presidência, é um bom exemplo. Tosco, o humor nerd do diretor Judd Apatow também se sobressai: filmes sem piada como O Virgem de 40 Anos (2005), Ligeiramente Grávidos (2007) e Superbad (2007) têm um efeito devastador se encarados como um retrato dos jovens que integram a média da sociedade norte-americana. São constrangedoramente conservadores, machistas e insipientes.

Inserido no contexto global, o humor brasileiro está experimentando os mesmos efeitos. Mas na terra da malemolência e da compulsão para o desregramento (este é o país em que vez por outra até "a lei não pega") é mais apropriado identificar como um novo escracho essa maneira de divertir ridicularizando, que tem o próprio público-alvo como um dos alvos. No momento em que o mundo das celebridades ocupa um espaço assustadoramente grande e a própria noção dequem é célebre mudou - o Big Brother colocou o voyerismo político opressor de Orwell e o idealismo exibicionista pop de Warhol sob um mesmo teto -, os humoristas nacionais experimentam um radicalismo inédito na execução de suas críticas bem-humoradas (ou nem tão engraçadas, se for o caso).

A cara-de-pau dos integrantes de programas como Pânico na TV e CQC ao interpelarem "quem é" só tem antecedentes na TV brasileira no distante princípio dos anos 80, quando Marcelo Tas se notabilizou como o repórter Ernesto Varela. Quando se trata de abordar "quem acha que é" e sua predisposição de pagar um mico desde que seja em rede nacional, o conceito de que vergonha alheia diverte chega ao seu ápice. É aqui que uma figura como Christian Pior (que, sinal dos novos tempos, não diverte por ser gay, mas por ser escrachado) aproveita para falar mal de pobre, meio personagem, é verdade, mas 100% sincero ao zoar omundo real. Se as pseudo-celebridades, os alvos prediletos do novo escracho, acreditam no triste clichê do "falem bem ou falem mal, mas falem de mim", como não tirar sarro delas? É quase um contrato velado...

Fonte:http://www.rollingstone.com.br/edicoes/27/textos/3544/

Escrito por Luiz a Costa às 15h51
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25/11/2008


No meio do caminho tinha uma... Montanha.

Por quê???

Por que o passado nos é tão doloroso? Por que o ser humano não consegue lidar com a dor da perda, seja ela uma morte, uma partida, um não ou um sim?

O que nos falta para sermos (ou tentarmos sermos) melhores?

O que?

A cada dia me sinto mais distante do que outrora fui, seria isso um indicio de uma futura agorafobia? Ou algo mais, algo como a certeza máxima de que a ignorância é uma virtude?

Meu maior medo ainda é sucumbir à opressão do próprio medo.

Sei que o futuro é incerto, mas se não fosse assim, que graça teria?

Prego o que acredito, nem mais nem menos, mas aonde ir se não existir mais caminhos?

...

Há há há há há há há...

Acabei de entrar num paradoxo filosófico em que acredito piamente.

Se não existissem mais caminhos por que eu ainda me indagararia se “existem” outros caminhos? – Cogito Ergo Sun – SEMPRE!!! Logo, a lógica me mostra que nunca existiram outros caminhos... Na verdade eles foram criados ao longo da vida.

Logo... O futuro não existe ainda, esta para SER CRIADO por cada um de nós.

O Rei esta morto – Longa vida ao rei.

Morfeu iria adorar esses devaneios, mas isso não quer dizer que estão errados.

Concordam? ...

Escrito por Luiz a Costa às 20h09
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23/11/2008


Pedofilia

A linguagem dos monstros

Durante a Inquisição, época terrível em que Torquemada e seus seguidores matavam e torturavam qualquer judeu, homossexual e herege em nome de Deus com uma criatividade negra que os faziam parecer como os cenobitas, de “Hellraiser”. Tive a oportunidade estranha de visitar o Museu da Tortura, em Portugal, e você fica impressionado com a variedade e engenhosidade das máquinas de tortura, algumas tão cruéis que fazem “O Albergue” parecer a irmã mais nova de “A Noviça Rebelde”.
roda - roda

Uma das que mais deixam seus olhos arregalados como ovos fritos é “A Roda”. Um instrumento de madeira onde a cada movimento da roda quebravam vários ossos do condenado (chegando ao requinte no final dos membros ficarem entrelaçados como lençois de motel). Libertado da roda, o condenado era besuntado de azeite e jogado em praça pública, sem nenhum osso inteiro e agonizando, segundo os inquisitores, “de maneira semelhante a uma grande lesma rosada, expiando seus pecados a céu aberto”.

Felizmente nos dias de hoje a maior tortura que sofremos são os impostos, a violência na cidade e a assistência técnica da Speedy.

Porém, na opinião deste humilde servo, existem três crimes cujos praticantes mereceriam passar pela “Roda” sem dó nem piedade: aqueles que praticam violência contra crianças, animais e idosos, tipo de crimes que causam mais repulsa que os efeitos do dito instrumento de tortura. Violência contra quem não pode se defender é um ato cuspível, que como disse aquele político que esqueci o nome, faz aflorar meus instintos mais primitivos.

Pois bem, essa informação eu já tinha há algum tempo, mas não sabia se era verdade. Mas ela saiu essa semana na revista “Superinteressante”, o que dá credibilidade à ela.

Pedófilos criaram uma simbologia pra representar seus mais aviltantes desejos, como uma forma de comunicação e de expressão. Se até seres como pepino-do-mar possuem um sistema de comunicação, não poderia ser mais diferente de criaturas ainda mais inferiores. É de embrulhar o estômago com lixa de pedreiro.
psimbolos - psimbolos

Os triângulos representam homens que adoram meninos (o detalhe cruel é o triângulo mais fino, que representam homens que gostam de meninos bem pequenos); o coração são homens (ou mulheres) que gostam de meninas e a borboleta são aqueles que gostam de ambos. De acordo com a revista, são informações coletadas pelo FBI durantes suas vasculhadas. A idéia dos triângulos e corações concêntricos é a da figura maior envolvendo a figura menor, numa genialidade pervertida de um conceito gráfico.

Existe um requinte de crueldade, pois esses seres fazem questão de se exibirem em código para outros, fazendo desses símbolos bijuterias, moedas, troféus, adesivo e o escambau. Infelizmente, é o design gráfico a serviço do mal.

http://blog.hiro.art.br/2008/01/29/a-linguagem-dos-monstros/

Escrito por Luiz a Costa às 16h20
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